Todos temos uma fase (mais ou menos transitória) na nossa vida em que, aparentemente, quase todas as músicas que ouvimos nos tocam bem lá no fundo, adaptando-se perfeitamente às situações por nós vividas.
Canções que parecem ter sido escritas precisamente de encontro a uma dúvida, uma inquietação ou mesmo a um estado de espírito ( como naqueles dias em que tanto somos capazes de dizer “ I hate the world today” como no momento seguinte “ what a wonderful world” ou “Don`t worry be happy”).
E é com um sorriso de puro regozijo nos lábios que ouço aquelas baladas… sempre a pensar nos momentos especiais, tanto nas dúvidas e inquietações como nas alegrias pelas quais já passei, lembrando-me sempre do aspecto simbólico (até secreto) que aquelas palavras têm realmente para mim.
Canções que parecem ter sido escritas precisamente de encontro a uma dúvida, uma inquietação ou mesmo a um estado de espírito ( como naqueles dias em que tanto somos capazes de dizer “ I hate the world today” como no momento seguinte “ what a wonderful world” ou “Don`t worry be happy”).
E é com um sorriso de puro regozijo nos lábios que ouço aquelas baladas… sempre a pensar nos momentos especiais, tanto nas dúvidas e inquietações como nas alegrias pelas quais já passei, lembrando-me sempre do aspecto simbólico (até secreto) que aquelas palavras têm realmente para mim.

3 comentários:
E quando ligamos o rádio e a 1ª música que ouvimos achamos que é uma msg especial que nos está a ser endereçada? Nunca te aconteceu? A mim já...
how can you write a so cool blog,i am watting your new post in the future!
músicas que nunca significaram nada, e de um momento para o outro, torna-se quase um marco na nossa vida
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